17 de jan de 2009

Cortem as Cotas, garantam a integridade constitucional

       O ato de segregar, ou criar "facilidades" de ingresso nas I.E.S., no Brasil, para negros, afro-descendentes e alunos de escola pública lesa a maior das garantias constitucionais: todos são iguais perante a lei, indistintamente.
       As cotas estudantis comprovam a má qualidade do ensino público brasileiro. E, para tentar ludibriar a população, o Governo Federal lança as cotas, um método econômico e prático, comparando-se a uma reestruturação no ensino de base.
      O método pode até facilitar o ingresso numa I.E.S., porém o "beneficiado" poderá sofrer com isso: por mais que um candidato tenha a capacidade de ser aprovado, a sociedade o verá como portador de cota e certamente lhe recusará emprego, preferindo um que tenha características contrárias ao esteriotipo do sitema de cotas, ou seja, basicamente os empregos irão para os brancos, influenciando cada vez mais o preconceito aos negros e exaltando a raça branca.
       Assim, de que adianta termos todas as etnias e classes sociais tendo acesso às I.E.S., se só a etnia que sempre foi privilegiada terá todo o direito de um futuro sustentável?
        O que deveria ser feito era a melhoria do ensino público de base qualificando os professores e incentivando o alunado com melhorias na estrutura dos prédios escolares e investindo em material didático. Mas, para o Governo, essa reestruturação sairia caro, muito caro... Então que venham as cotas!
SinaldoLuna"

Vivante La Minceur!!!

   Assistimos a inúmeros casos tristes em que modelos perdem a vida em função de uma visão da sociedade para com elas, sociedade essa que parece ignorar tal problemática, e pior, influencia ainda mais na propagação da busca pelo corpo perfeito.

      Por um lado, a mídia, como veículo de comunicação, cultua exacerbadamente a beleza corporal, em linguagem apelativa. Por outro, as academias, que deveriam proporcionar saúde, abandonam tal objetivo e tornam-se “centros de beleza”. Nomes fúteis postos nesses locais onde a saúde deveria ser mais cultuada, aceleram outro culto: o da beleza física e deixam de lado o verdadeiro sentido de uma malhação.

        A culpa da sociedade na propagação dessas atividades fúteis está em admitir que a mídia leve à população, mensagens banais de apelação, tentando impor um grotesco padrão de beleza que exalta a “magreza”.

SinaldoLuna