26 de jan de 2010

AVATAR

26 de Janeiro de 2009...

O Mundo recebe a notícia: O grande TITANIC é destronado. AVATAR torna-se o filme de maior bilheteria de todos os tempos!

Confesso: Desde que Avatar passou a ser o centro das atenções, no que tange a indústria cinematográfica, em dezembro, tudo o que li, achei que fosse um tanto de exagero. Todas as resenhas soavam-me um tanto hiperbólicas. Agora, passado um pouco da euforia, assisti ao filme e pude realmente chegar a uma conclusão: Como fui ingênuo em pensar tais bobagens sobre tudo aquilo que havia lido!? Por que?

Não foi pra fazer uma “simples obra-prima” que o “Rei do Mundo”, James Cameron, passou quase uma década produzindo Avatar. Tampouco ousaria ultrapassar a barreira dos 500 milhões de dólares em orçamento, deixando bem atrás o seu fabuloso Titanic, para nos apresentar algo simplório. Mais um recorde.

Avatar nos leva a um mundo chamado Pandora, onde os habitantes, os Na’vi, são criaturas azuladas de três metros de altura, falam uma língua própria, tem hábitos semelhantes aos indígenas, vivem em perfeita harmonia com a fauna e a flora nativas, que por sinal, são um show à parte... Tudo perfeitamente bem projetado, como se realmente já existissem e tivessem sido apenas reeditadas para o filme. Não há muitas palavras que possam descrever cada detalhe dos animais gigantes, das plantas, das “montanhas voadoras”, da árvore sagrada, dos Na’vi... Simplesmente perfeitos!

Deixando um pouco a estética do filme (infelizmente), o que nos trás o seu enredo? Um misto de emoção e razão. Diante da situação que vive nosso planeta e do bombardeio exacerbado de ”lições de moral verde” (uma verdadeira “ecochatice”), o nosso “Rei”, trás lições que transcendem a atmosfera ecológica, abordando simultaneamente a religiosa, cultural... As cenas de ação nos levam ao certo êxtase. Não há como não ficar inquieto, não há como não se emocionar diante de tanta dor e sofrimento que os humanos causam aos Na’vi na procura por pedras muito valiosas.

Avatar é uma grande obra que inaugura uma nova era na indústria cinematográfica. Uma obra digna de um rei (um deus agora, talvez).

Desculpem-me. Posso ter sido um tanto superficial. Uma simples postagem seria incapaz de expressar o quão grandiosa é a obra desse Deujames Cameron.

SinaldoLuna”

19 de jan de 2010

Top 10 - Camisas de Futebol

Sempre fui uma admiradora atípica de camisas de futebol, então, resolvi fazer um ranking das dez camisas mais bonitas do mundo. Vale ressaltar que é apenas uma escolha pessoal.


Alguns critérios para minha escolha:

1- As cores que combinam entre si;

2- Os belos
escudos estampados;

3- Os
patrocínios que entram em harmonia com as cores e as formas de cada uma delas que, de certa forma, trazem, também, um pouco da história e da tradição de seus clubes.



10º - Fluminense

9º - Arsenal

8º - Vasco da Gama

7º - Barcelona

6º - Peñarol

5º - Liverpool 4º - Real Madrid 3º - Atlético Mineiro 2º - Milan 1º - Grêmio

Discorda do Top 10?
Comente, sugira, critique!

Obrigado!


Dayane Campos

12 de jan de 2010

O Símbolo Perdido

Do meu mesmo autor de “O Código Da Vinci” e “Anjos e Demônios”, “O Símbolo Perdido” traz o professor de Harvard, Robert Langdon, em mais uma de suas aventuras com símbolos e mistérios. Dessa vez, a trama se passa em Washington e envolve a Maçonaria.
Depois de chamar a atenção do mundo com romances trazendo ideias de conflito entre ciência e religião, com doses de teorias conspiratórias, Dan Brown, em seu mais novo livro, traz a Maçonaria (antes apenas coadjuvante), como o tema central da trama.
Um dos livros mais aguardados de 2009 chegou a solo brasileiro quase no Natal. Até o lançamento, questionava-se se Dan Brown teria a mesma desenvoltura de suas obras anteriores (sim, ele teve!). Apesar de conter os mesmos elementos anteriores, é impossível de largamos fácil a leitura. Cenas extremamente agonizantes nos prendem às páginas e às táticas de Langdon juntamente com a especialista que estuda os mistérios entre o corpo e a mente humana, Katherine Solomon, para fugir do assassino (um homem misterioso que tem todo o corpo tatuado com símbolos e tem a ânsia de encontrar o “símbolo perdido” e tornar-se divino). A “loucura” do vilão tem origem numa antiga lenda de que a cidade de Washington guarda o maior segredo da humanidade – Os Antigos Mistérios. De poder imensurável, ele seria capaz de tornar o homem num ser divino e estaria sob a proteção da Maçonaria, ou melhor, de um grupo do mais alto escalão da fraternidade.
Toda a espera valeu a pena!
Mais uma vez, Dan Brown envolve tão plenamente realidade e ficção (um feito digno do grande pesquisador) que devemos, assim como nas outras obras, tomar cuidado. Cuidado para não adotar tudo como realidade. Ou pior... Tudo como ficção!
Apesar de tudo que o livro trouxe de bom, é uma pena que a Sextante não tenha nos proporcionado um maior conforto, uma melhor leitura. A impressão não foi das melhores, há momentos de tinta muito clara, noutros muito forte. Já ouvi relatos de que ao fim da leitura, algumas páginas começaram se desprender. Acorda, Sextante!
Depois do Priorado de Sião, dos Templários, da Opus Dei, da Illuminati, da Maçonaria... Qual será a próxima que o mestre pesquisador, senhor de best-sellers nos trará? Qual será a próxima aventura de Robert Langdon?
Mais uma espera acaba de começar...
SinaldoLuna"

4 de jan de 2010

A Órfã!

Kate e John estão vivendo uma crise no casamento e sofrem por ter perdido aquela que seria a terceira criança do casal. Após a decisão de adotar uma criança, que amenizaria a dor, o casal sente-se atraído por Esther, uma garota que apesar de aparentar ser educada e dócil, torna-se um  problema para a família e esconde um grande segredo!
  
 O filme dirigido por Jaume Collet-Serra,  é um suspense "às claras". Diferentemente da maioria dos suspenses que se passa em ambientes escuros e sombrios, o longa de 123 minutos, tem quase sua total trama durante o dia e em locais claros. Possui uma boa fotografia, um roteiro razoável e belas atuações.
   
 As armações de Esther, a genialidade expressada numa garota de sua idade, vão cada vez mais envolvendo o espectador que vive momentos de tensão. Esther não e educada e dócil. É manipuladora e malvada. Como uma criança seria capaz de ter aquelas atitudes? Esther tem um segredo. Será que seus pais adotivos a escolheram ou foi o contrário? A resposta de tudo estar por vir.
   Um desfecho alucinante deixa a respiração ofegante a ponto de nos transportamos aos locais da trama e sentirmos as dores. Tentar salvar a nós mesmos.
    A Órfã é uma análise sobre o poder da manipulação e as consequências que ela pode causar e reacende uma polêmica quanto à pratica da adoção, o que gerou movimentos de boicotes ao filme.
     Vale a pena assistir. Um dos melhores suspenses do ano.
     
      Confira o trailer:  
      
SinaldoLuna"